domingo, 11 de junho de 2017

DANIELLE CAMPOS - MAMÃE DO BENJAMIN

Hoje é o dia do primeiro aniversário do Benjamin!
E sua mãe Danielle Campos me enviou uma linda cartinha que escreveu para ele, a qual compartilho com todos.


Querido filho!

“Faz um ano que você nasceu, foi um dia bastante delicado, porque nós dois passamos por momentos difíceis. Com a ajuda da médica, ambos conseguimos escapar, mas pouco tempo depois você não resistiu às condições adversas do nascimento. Meu organismo demorou para eliminar integralmente as causas que me debilitaram, enquanto seu organismo encontrou mais dificuldade para vencer a luta.” (Trecho do livro: Quatro Letras/ Flavia Camargo)

Benjamin, hoje você completa um ano, provavelmente seria a festa mais linda das nossas vidas, assim como foi o casamento do seu papai e da sua mamãe, antes de você nascer eu e seu pai já havíamos decidido sobre a decoração da sua festa de 1 ano, seria tudo com tema do Corinthians, time do coração do seu pai João Luiz e as sua avó Olivia e que depois da sua existência, filho, seria o time do coração da mamãe também. Graças a você, filho, a mamãe teve a oportunidade de conhecer muitas mamães como eu que também perderam seus filhos, em especial a tia Flavia Camargo, mãe do Igor. A tia Flavia me inspirou a escrever para você todos em meses, pois eu nunca esqueci você, meu bebê, foram 365 dias pensando em você todos os momentos, milhares de lágrimas derramadas, lágrimas de saudade e lágrimas de felicidade por ser sua mãe. Como o significado do seu nome diz: Benjamin, filho da felicidade. “Meu Benjamin és a felicidade que coloriu os meus dias”. Você é e sempre será nosso bebê, primeiro neto dos seus avós paternos e maternos, sempre terá um lugar bem especial em nosso coração.

Meu filho, logo iremos nos encontrar, tenho certeza que você virá correndo com braços abertos em minha direção gritando: - mamãe eu te amo!
Beijos carinhosos! Te amo, meu guerreirinho!
Danielle Campos

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CAMINHANDO POR UM JARDIM

Eu não consigo mais me lembrar
de como era antes da sua chegada.
Vejo, na forma do meu coração pulsar,
que daquela pessoa não sobrou nada.
Mudei tanto, que não posso retroceder
ao meu estado de existência anterior.
E, mesmo que pudesse, não iria querer
que a minha vida perdesse esse sabor.
Nosso amor é o apoio onde me sustento.
Como renunciar a algo tão bom assim?
Quando você está no meu pensamento,
me sinto caminhando por um jardim.
Flavia Camargo

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domingo, 21 de maio de 2017

DIFERENTES FORMAS DE SER MÃE

No dia 18/05/2017 tive a grata oportunidade de participar da 4a Semana Acadêmica da Psicologia da Universidade Santa Ursula-RJ, dividindo a mesa com as palestrantes Alessandra Almeida (autora do livro As aventuras de uma criança downadinha), Marisa Marques (compartilhando sua experiência com a adoção) e Manola Vidal (professora que compartilhou seus conhecimentos acadêmicos sobre a maternação), com a mediação da professora Helena Vasconcelos. O nosso tema era "Diferentes Formas de Ser Mãe" e foi maravilhoso poder contar minha história de amor com o Igor, representando todas as mulheres que também se sentem eternamente conectadas com seus filhos dentro de seus corações!
Mãe é um estado irreversível 

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domingo, 14 de maio de 2017

AVENTURAS MATERNAS

Ganhei de presente de Dia das Mães esse ano a oportunidade de contar a minha história junto com mais outras cinco famílias na página Aventuras Maternas. A maternidade é um sentimento imortal!

http://aventurasmaternas.com.br/2017/05/12/seis-historias-inspiradoras-sobre-ser-mae/

quarta-feira, 10 de maio de 2017

NÓS SOMOS ELAS!

No mês de maio, é comum esbarrarmos com propagandas do Dia das Mães por toda parte. São anúncios nas vitrines das lojas, nas portas dos shoppings, nos outdoors das ruas, nas revistas, jornais e televisão... Ficamos cercados de vídeos e fotos de mulheres sorrindo e abraçando seus filhos. Os cenários e as idades variam, mas todos compartilham a alegria de estarem juntos. Quem nunca perdeu um filho talvez não suponha como imagens tão lindas também podem ser dolorosas. Afinal, elas mostram um momento que algumas pessoas adorariam viver, mas que nunca vai se realizar.
Quando vejo um comercial de Dia das Mães, o conteúdo que escolho enxergar nele não é o gesto praticado diante da câmera, mas o sentimento que o origina. Não importa que esteja sendo retratado um beijo, duas mãos entrelaçadas, uma cabeça recostada num colo, olhares que se cruzam com ternura, etc. Independentemente do fato exibido, a causa é sempre a mesma: o amor. E quando, ao olhar para uma propaganda, eu enxergo o que a mãe está sentindo, ao invés de enxergar o que ela está fazendo, a imagem deixa de ser “aquele momento irrealizável”. É o meu retrato também! E então eu faço parte desta data incrivelmente especial. A celebração coletiva me contempla.
Dia das Mães não é para desembrulhar pacotes. É para reverenciar o afeto que une um coração ao outro que lhe concebeu. E, portanto, não exclui ninguém. No dia em que as famílias se encontram para fazer uma homenagem às grandes almas que tiveram a bênção de gerar a vida, nós somos elas! Somos essas privilegiadas almas que conhecem o dom de amar eternamente.

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